Futebol profissional: BOLEIRO ou ATLETA?
Ser jogador de futebol é uma das profissões que me fascina... Não requer um estudo teórico como outras profissões, mas trabalha diretamente com o que mais temos de importante: a vida. Quando digo a vida, é porque usa-se o corpo e todos seus limites, sendo o corpo considerado a mente também... Mais que isso, para ser jogador de futebol também é necessário duas coisas tão importante quanto o que já falei: TALENTO (dom) e um tanto de SORTE também.
Independente disto tudo, os salários são um tanto quanto satisfatório. Muitos criticam os grandes salários, mas isso não importa, eu inclusive acredito que toda profissão tem seus prós e contras e dentro disto quem merece acaba alcançando.
Enfim, falo tudo isso porque fico indignado quando vejo atitudes como a do jogador Michael do Fluminense, ou do goleiro Rodolpho do Atlético-PR, deixando o lado profissional ser prejudicado por questões pessoais. Muitos, mas MUITOS garotos no Brasil gostariam de no mínimo UMA CHANCE, correm e correm atrás e não conseguem, as vezes até por um pouco de falta de sorte, mas tenho certeza que uma chance já os deixaria um tanto satisfeito.
Quando vejo jovens atletas, ou candidatos à atletas, deixarem de lado a carreira brilhante de lado para suprir curiosidades extras, coisas que não competem à um ATLETA PROFISSIONAL, fico pensando que a vaga que hoje ele ocupa poderia ser de alguém minimamente mais comprometido e que daria muitas alegrias para as torcidas no Brasil.
Realmente é lamentável!
Talvez seja por isso que vemos Paulo Baier, Alex, Zé Roberto, Seedorf, e outros atletas mais velhos, jogando um futebol de alto nível, de grande poder de decisão e correndo 90 minutos da mesma maneira. A diferença entre ser BOLEIRO e ser ATLETA está em vários detalhes, inclusive em atitudes como esta.
E são atitudes assim que tornam jovens jogadores saírem de cena, virarem meros coadjuvantes no cenário do futebol, e em outros momentos afundarem o que poderia ser uma carreira de fato!
A profissionalização deve ser inclusive nas categorias de base, mas nem sempre os clubes conseguem total êxito, depende também do profissionalismo de quem mais é beneficiado no caso de conquistas futuros: o atleta.
Enfim, falo tudo isso porque fico indignado quando vejo atitudes como a do jogador Michael do Fluminense, ou do goleiro Rodolpho do Atlético-PR, deixando o lado profissional ser prejudicado por questões pessoais. Muitos, mas MUITOS garotos no Brasil gostariam de no mínimo UMA CHANCE, correm e correm atrás e não conseguem, as vezes até por um pouco de falta de sorte, mas tenho certeza que uma chance já os deixaria um tanto satisfeito.
Quando vejo jovens atletas, ou candidatos à atletas, deixarem de lado a carreira brilhante de lado para suprir curiosidades extras, coisas que não competem à um ATLETA PROFISSIONAL, fico pensando que a vaga que hoje ele ocupa poderia ser de alguém minimamente mais comprometido e que daria muitas alegrias para as torcidas no Brasil.
Realmente é lamentável!
Talvez seja por isso que vemos Paulo Baier, Alex, Zé Roberto, Seedorf, e outros atletas mais velhos, jogando um futebol de alto nível, de grande poder de decisão e correndo 90 minutos da mesma maneira. A diferença entre ser BOLEIRO e ser ATLETA está em vários detalhes, inclusive em atitudes como esta.
E são atitudes assim que tornam jovens jogadores saírem de cena, virarem meros coadjuvantes no cenário do futebol, e em outros momentos afundarem o que poderia ser uma carreira de fato!
A profissionalização deve ser inclusive nas categorias de base, mas nem sempre os clubes conseguem total êxito, depende também do profissionalismo de quem mais é beneficiado no caso de conquistas futuros: o atleta.
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Bruno Macedo!!!