terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Campeonato Paranaense - 10ª Rodada


1º Turno - 10ª rodada

 Sab 23/02/2013 - 15h30 Ecoestádio
JMalucelli 0 X 2 Londrina


Dom 24/02/2013 - 16h00 Couto Pereira
Coritiba 2 X 1 Atlético-PR


Dom 24/02/2013 - 16h00 Germano Kruger
Operário-PR 1 X 1 Toledo


Dom 24/02/2013 - 16h00 Albino Turbay
Cianorte 1 X 0 Paraná


Dom 24/02/2013 - 16h00 Felipão
Paranavaí 0 X 3 Rio Branco-PR


Dom 24/02/2013 - 16h00 Dos Pássaros
Arapongas 3 X 0 Nacional-PR

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Atlético-PR e a imprensa: Mordaça e autoritarismo ou valorização do produto e inovação? (I)


     O Clube Atlético Paranaense vêm sendo questionado devido a postura adotada quanto aos novos procedimentos e tratamentos com a imprensa esportiva.

      Neste momento não irei questionar o certo ou errado, isso farei mais adiante aqui no blog, mas como medida de divulgação, segue abaixo nota oficial do clube, publicada em seu site na data de 22/02/2013:

"O CAP E A MÍDIA: A INSUSTENTÁVEL INOCÊNCIA DO SER
22/02/2013 - Imprensa CAP

No início deste ano, adotamos uma Política de Comunicação inovadora no Clube Atlético Paranaense. Recebi de um dos nossos conselheiros, Dr. Nelson Rosário de Souza, Doutor em Sociologia, uma excelente análise sobre a nossa política e o relacionamento com os veículos de comunicação. Este espaço da Palavra do Presidente é destinado a minha opinião, aos meus pensamentos. Compartilho os mesmos pensamentos e argumentos do Dr. Nelson Rosário sobre este assunto e, desta maneira, neste momento cedo este espaço para publicar a sua análise. Boa leitura.

Saudações rubro-negras,

Mario Celso Petraglia

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O CAP E A MÍDIA: A INSUSTENTÁVEL INOCÊNCIA DO SER

O Clube Atlético Paranaense (CAP) adotou uma política inédita para área de comunicação. A nova gestão da informação tem como objetivo, segundo o clube, valorizar os meios de comunicação desenvolvidos pela própria instituição, entre eles: o sítio na internet, a TV-CAP e a Rádio-CAP. O conjunto de medidas gerou forte reação da imprensa de Curitiba que se sentiu perseguida e passou a acusar a direção do clube de autoritária. Uma rápida visita à mídia local é suficiente para coletar vários rótulos, expressões e adjetivos por ela cunhados e repetidos cotidianamente com a pretensão de sensibilizar e, claro, ganhar a opinião pública: ‘lei da mordaça’, ‘atentado à liberdade de expressão e de imprensa’, ‘perseguição aos comunicadores’, ‘cerceamento à pluralidade da informação’, ‘centralização’, enfim, ‘ataque à democracia e ao interesse público’. Os mais exaltados se sentiram à vontade para traçar paralelos entre a gestão do CAP e regimes ditatoriais como da ‘Coréia do Norte’ ou da ‘China’.

No meu modo de entender a atitude radical do CAP, sim, radical, pois, vai à raiz do problema, revela mais sobre os limites dos próprios meios de comunicação (MC) do que sobre supostos vícios na gestão do clube. A política que o CAP propõe mostra-se rica em significados sobre o momento atual do futebol, mas, principalmente, sobre os desafios que batem à porta das instituições midiáticas frente aos avanços recentes nas tecnologias da informação e da comunicação. Infelizmente, os agentes da imprensa não conseguem decifrar, ou não querem enxergar, as novas configurações da comunicação social. Procedendo desta forma os MC perdem a oportunidade de uma verdadeira ‘auto-reflexão’, algo que seria fundamental para determinar sua trajetória futura.

Não é difícil descolar os rótulos que a mídia criou e fixou no CAP durante esta batalha, rótulos consumidos por mentes distraídas ou maldosas. Boa parte da diretoria que hoje está à frente do CAP foi responsável pela alteração dos estatutos do clube que permitiu, em período recente, não só a eleição direta dos representantes pelos associados como também a ampliação do colégio eleitoral transformando-o num dos maiores entre os clubes brasileiros. A atual direção foi forjada num processo de intensa disputa democrática no Conselho Deliberativo (CD) durante a gestão anterior, onde demonstrou capacidade de argumentação e convencimento sobre o projeto mais adequado ao futuro da agremiação. Depois de tomar posse essa diretoria não fez nenhum gesto de restrição à participação dos associados na vida política do CAP, muito ao contrário, viabilizou a criação de diferentes câmaras temáticas onde a comunidade atleticana pode atuar e vivenciar o dia-a-dia do clube. Temas polêmicos foram levados ao debate no CD onde o livre direito de contestação foi, e continua sendo, amplamente exercido. No campo específico da comunicação, vários canais foram criados não só incrementando o processo de informar o público, como também, viabilizando e incentivando a livre manifestação de idéias, críticas e contestações por parte dos conselheiros, associados e torcedores, um exemplo é a ‘Fan Zone’ no sítio virtual do clube.

Não são apenas os fatos acima enumerados que contrariam os rótulos produzidos pela mídia sobre o CAP. Quem acessa os canais de comunicação do clube vê diariamente vários atletas, membros da comissão técnica e diretores se manifestando, nenhum deles parece estar ‘amordaçado’. A própria imprensa nunca falou tanto e de modo tão crítico sobre o CAP, logo, não tem sentido dizer que a associação limita, impede ou, mesmo restringe, o trabalho dos profissionais da comunicação. Aliás, clube e mídia são instâncias autônomas, mesmo que quisesse o clube não teria como cercear a livre produção de informação, opinião e críticas. As falas e imagens de diferentes personagens estão disponíveis nos canais de comunicação do CAP, assim como as entrevistas pré e pós-jogo, e a mídia pode reproduzir este material como bem entender, inclusive manifestando comentários críticos sobre ele. Neste sentido ela pode exercer a liberdade de discordar, duvidar, ironizar e até debochar do material publicado. Ao reclamar da nova política do CAP a mídia se diz impedida de informar o torcedor, ou seja, se alça à condição de representante da torcida, especialmente dos mais humildes que não têm como acessar a internet. Ora, se esta é a principal preocupação da imprensa, porque ela não faz uso do farto material produzido pelos profissionais de comunicação do CAP?

O ponto crucial é que a mídia ao rotular revela um paradoxo, ou seja, a dificuldade em cumprir o papel que se espera dela numa sociedade democrática, qual seja: promover o debate, o conflito de idéias, enfim, mostrar os diferentes lados dos temas. Ao acusar o clube de amordaçar, a mídia, contraditoriamente, mostra que a mordaça está em suas mãos. Primeiro ao recusar o debate, segundo ao não pagar custo de acesso a palavra exclusiva. Ao contrário de uma comunicação democrática, capaz de efetivamente representar o interesse dos cidadãos, ou no caso em foco, dos torcedores, os MC nos presenteiam com a caricatura da realidade onde de um lado estão os ‘maus’ e no seu reduto está o ‘bem’. É interessante notar que só um veículo de comunicação, justamente de fora de Curitiba, noticiou a atitude do CAP como um gesto que abria “o polêmico debate sobre institucionalizar a cobertura do time”, infelizmente o jornalista Bruno Freitas da empresa ‘UOL’ estava equivocado, pois, a imprensa, especialmente a local, não quer debater, talvez porque participar de polêmicas discussões oferece risco e exige reflexão, logo, prefere a confortável arma do ataque. Para debater a imprensa precisaria primeiro suspender os rótulos e assumir que está diante de uma ‘questão’, um ‘fato’, uma ‘política’, ou seja, não se trata de ‘mordaça’ ou coisa parecida, mas, de uma proposta legítima da direção de um clube democrático que, ao pretender valorizar os seus canais de comunicação, regulamenta a captação de imagens e sonoras dos seus profissionais, ou seja, pessoas que são seus contratados e cujos contratos prevêem, inclusive, formas específicas de uso da imagem. Trata-se, portanto, de reconhecer que no ambiente profissional e caro do futebol é legítimo um clube se valorizar não fornecendo acesso gratuito para a mídia aos seus contratados, tanto mais, que essa mídia não é filantrópica, seu principal objetivo é o lucro. Tudo isto num contexto em que o principal canal de comunicação não aceitou os valores que o clube pediu pela venda da imagem. Seria mais honesto se os agentes da mídia dissessem: ‘o clube quer cobrar pelas entrevistas, pelo acesso aos jogadores, nós não queremos pagar, não achamos correto, é muito caro, não vale a pena etc.’ O risco que os MC correm é grande, pois, só conseguirão imputar ao CAP a responsabilidade da mordaça frente a um torcedor de olhos vendados.

O presente episódio e também o histórico da mídia nos faz desconfiar da sua pretensão de representar o público, ou, neste caso, os torcedores. Na sua defesa a imprensa e seus advogados falam em ‘pluralidade’ e ‘descentralização’, o que soa muito estranho, pois, a mídia brasileira é fortemente caracterizada pelo monopólio e pela centralização. Países que levam a sério a palavra democracia impedem na sua legislação o monopólio na cadeia de comunicação, no Brasil esta centralização é tolerada. Aqui uma mesma empresa pode ter o controle de: rádios, TVs (aberta e fechada), jornais, revistas, internet etc. Também é pouco sensato, se pensamos em ‘liberdade’, deixar para um mesmo grupo o controle da produção da informação (e de outros produtos da cultura midiática) e da sua difusão; pois, esta é outra característica da nossa mídia. O que falar do acesso aos meios de comunicação? A legislação brasileira e seus agentes burocráticos não promovem a pluralidade e a diversidade ao franquearem o uso da mídia. Muito ao contrário, as concessões públicas seguem critérios clientelistas, associações de moradores, comunidades, sindicatos, movimentos sociais, clubes, etc. são preteridos em favor daqueles que têm poder político ou econômico. Este cenário de centralização, monopólio e privilégios, explica porque a mídia representa tão pouco, ou tão mal, os interesses dos torcedores. Onde está o interesse do torcedor, por exemplo, quando o jogo do seu time é marcado para as dez horas da noite? Onde está o interesse do torcedor quando um programa de rádio consome 30% do seu tempo com propagandas, fora os intervalos comerciais? Onde está o interesse do torcedor local quando os comentaristas esportivos manifestam sua paixão pelos times do eixo Rio-São Paulo ou do Rio Grande do Sul? Onde está o interesse do torcedor quando a mídia decide boicotar o patrocinador do ‘naming rights’ do seu clube? Interessante o critério de ‘liberdade de expressão’, ‘descentralização’ e ‘pluralidade’ que os MC mobilizam.

Os fatos e argumentos indicam que o CAP com sua nova política de comunicação está sim promovendo a descentralização, a pluralidade e contribuindo com a liberdade de informação, pois, produz conteúdos fora da máquina midiática marcada pelo monopólio e pela centralização, ao mesmo tempo, o clube, na defesa dos seus legítimos interesses, não impede que os profissionais da imprensa expressem as suas opiniões.

Enfim, a grande questão que se abre para a mídia é: diante dos avanços tecnológicos no campo da informação e comunicação, transformações que criam as condições para que diferentes agremiações, associações, clubes e até indivíduos produzam e divulguem suas próprias informações para o seu público com qualidade e velocidade, o que justifica a manutenção da atual estrutura midiática? O quê as grandes redes de comunicação têm a oferecer quanto à produção de informação? Qual o seu diferencial? Será que o torcedor precisa de representantes ou interlocutores? E mais, com o avanço democrático é aceitável o monopólio e a centralização que marcam a estrutura dos MC atualmente? No caso específico do futebol, por que as entrevistas ‘gratuitas’ feitas por profissionais das empresas de comunicação atenderiam melhor os interesses dos torcedores do que aquelas produzidas pelos profissionais do próprio clube? Questões que se tornam mais instigantes diante da principal inovação promovida pelo CAP, no meu ponto de vista: a possibilidade de o sócio participar das coletivas após o jogo. No horizonte próximo não será surpresa ver os sócios se revezando na cobertura dos treinos e dos bastidores do clube. No meu modo de entender, diante dessas mudanças e inovações só sobreviverão na mídia esportiva aqueles que forem mais ágeis e inteligentes. Olhando para o comportamento da mídia diante da política do CAP vemos que, enquanto a maioria choraminga pelos cantos e recusa o debate e a autocrítica, alguns poucos, mantém a audiência, pois, mostram habilidade para acessar ‘fontes’, exercitam autonomia em seus blogs, revelam competência para análises táticas que não subestimam a inteligência do torcedor, enfim, produzem informações úteis e interlocução que não dependem da velha prática de parasitar o clube e, definitivamente, não se auto-proclamam os representantes de ninguém. Toda novidade exige debate e reflexão, infelizmente, o atual ambiente midiático não parece estar preparado para este tipo de desafio.

NELSON ROSÁRIO DE SOUZA"

Campeonato Paranaense - 9ª Rodada
 

1º Turno - 9ª Rodada

 Sab 16/02/2013 - 16h30 Ecoestádio
Atlético-PR 3 X 1 JMalucelli


Dom 17/02/2013 - 16h00 14 de Dezembro
Toledo 4 X 0 Cianorte


Dom 17/02/2013 - 16h00 Café
Londrina 3 X 1 Paranavaí


Dom 17/02/2013 - 16h00 Gigante do Itiberê
Rio Branco-PR 0 X 7 Coritiba


Dom 17/02/2013 - 16h00 Erich George
Nacional-PR 0 X 1 Operário-PR


Dom 17/02/2013 - 18h30 Durival de Britto
Paraná 2 X 2 Arapongas

Campeonato Paranaense - 8ª Rodada


1º Turno - 8ª Rodada

 Qua 13/02/2013 - 16h30 Ecoestádio
JMalucelli 2 X 2 Paraná


Qua 13/02/2013 - 19h30 Couto Pereira
Coritiba 3 X 1 Toledo


Qua 13/02/2013 - 20h30 Dos Pássaros
Arapongas 1 X 1 Atlético-PR


Qua 13/02/2013 - 20h30 Albino Turbay
Cianorte 3 X 1 Rio Branco-PR


Qua 13/02/2013 - 20h30 Erich George
Nacional-PR 3 X 4 Paranavaí


Qua 13/02/2013 - 22h00 Germano Kruger
Operário-PR 0 X 1 Londrina

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Paraná Clube: o retorno à elite do Paranaense e expectativa de conquistas

     Depois de um 2012 magro, disputando uma segunda divisão de um estadual, com dificuldades financeiras expostas na mídia, e com grandes problemas internos, o Paraná Clube iniciou um projeto de verdade, coisa que há anos o clube não consegue realizar.
 
     A preparação iniciou com a manutenção de grande parte da equipe e comissão técnica. Além disso o clube se apressou em contratações pontuais sem gastar tanto e inchar o elenco, isso mostra que o departamento de futebol vêm sendo profissionalizado e melhor avaliado, coisa que nos últimos 5 a 8 anos não era feito. Jogadores com currículo e experiência como o lateral Rafael Marques (ex Atlético-PR) e o atacante Reinaldo, tido como matador, foram contratados, o indicam o fortalecimento desta equipe e tendência à disputas acirradas no decorrer do ano.
 
     O ápice do projeto do clube é o retorno à primeira divisão do brasileiro, porém títulos é o que mantém uma equipe de futebol em evidência e, sendo assim, o clube entrou com força máxima desde o início do Campeonato Paranaense, chegando liderar a competição e hoje ocupando a terceira colocação, com a mesma pontuação do rival Coritiba e "perdendo" somente por questão de um cartão vermelho.
 
     Independente do resultado final do Paranaense, o que esperasse muito do nosso Tricolor é que ele retorne para a elite do Campeonato Brasileiro, que tenhamos novamente o famoso TRIO DE FERRO, pois somente assim voltaremos a ter grande força no cenário nacional. Além disso o próprio clube, que anuncia esta semana que irá leiloar uma de suas sedes para conseguir dinheiro para sanar dívidas e também sobreviver, ou seja, irá se desfazer de um bem que em momentos de glórias não houve tal necessidade.
 
     Mesmo com todas dificuldades, depois de muito tempo o clube volta a olhar para o futebol com pensamentos para o futuro, para conquistas e não como um balcão de negócios que beneficia somente um ou outro diretor, presidente ou simplesmente um falso-empresário que somente afunda o clube. E é isto que esperamos, é isto que a torcida espera, novos ares, novas conquistas e times competitivos.
 
 
Saudações!!!
 
Bruno Macedo!!!


Coritiba: Preparação, estreia de Alex e início do Paranaense em busca do tetra
 
 
     Após quase um mês do início da primeira competição para os times paranaense, após mais de 25% do paranaense em andamento, algumas conclusões já podemos tirar da preparação do Coritiba para o ano de 2013.
 
     O projeto do Coritiba vêm desde que esta diretoria tomou posse, ano passado como continuidade trouxeram o bom treinador Marquinhos Santos e o mantiveram no comando do time para realizar a preparação. Além destes fatores, mantiveram boa base da equipe, o que aliado à contratações colocadas como pontuais pela comissão, mais o retorno do grande ídolo Alex, colocavam o clube como um dos favoritos ao título do paranaense e credencia-o para um bom ano.
 
     A preparação do Coritiba foi realizada em Foz do Iguaçu e Paraguai, onde foi traçado um plano de colocar uma equipe reserva nos primeiros jogos, mesclando com jogadores considerados titulares e no decorrer do campeonato disputar com o que o competente Marquinhos Santos considerasse como sendo o ideal.
 
     Antes de largar o time principal para a disputa o clube realizou um amistoso contra o Cólon da Argentina para marcar o retorno do meia Alex ao clube. Para quem esperava um grande jogo, o que viu foi um jogo pegado que o destaque maior foram as 5 expulsões realizadas durante a partida, sendo que o meia Alex também não encantou, talvez por falta de ritmo, e deixou a festa diferente do que a torcida alviverde esperava. Além disso, o Coritiba quase perdeu o amistoso, sendo que o centroavante Deivid marcou o gol de empate no final da partida.
 
     Após o amistoso o clube passou a utilizar a equipe principal na competição estadual, porém até a 7ª rodada a equipe não engrenou. O time está amarrado ainda, sem um padrão de jogo tão definido, com Alex ainda não exibindo um grande futebol, com limitações nas laterais e sem um meio-campo totalmente definido ainda. Mesmo com estas dificuldades, mesmo jogando mal o Coritiba vêm ganhando algumas partidas e hoje ocupada a segunda colocação na tabela de classificação.
 
     Ainda é cedo para maiores avaliações, o que fica neste início é que o time está sendo bem trabalhado por Marquinhos Santos e o tempo deverá entrosar a equipe e deixa-la ainda mais competitiva. O que deve ficar claro para a torcida é que Alex não deve ser o salvador da pátria, ele é sim a cereja do bolo, porém, assim como um bolo, ninguém avalia se é bom ou não pela decoração ou cereja e sim pelo sabor, e o melhor sabor no futebol sempre é a vitória.
 
 
Saudações!!!
 
Bruno Macedo!!!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Campeonato Paranaense - 7ª Rodada
 


1º Turno - 7ª rodada

Sab 09/02/2013 - 16h20 Dos Pássaros
Arapongas 1 X 1 Coritiba

Sab 09/02/2013 - 16h30 Ecoestádio
JMalucelli 3 X 2 Operário-PR

Dom 10/02/2013 - 17h00 Café
Londrina 2 X 0 Atlético-PR

Dom 10/02/2013 - 17h00 Felipão
Paranavaí 1 X 1 Cianorte

Dom 10/02/2013 - 19h00 14 de Dezembro
Toledo 2 X 0 Nacional-PR

Dom 10/02/2013 - 19h30 Durival de Britto
Paraná 1 X 0 Rio Branco-PR

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013


Campeonato Paranaense - 6ª Rodada

1º Turno - 6ª rodada

Qua 06/02/2013 - 16h30 Ecoestádio
Atlético-PR 0 X 0 Paranavaí


Qua 06/02/2013 - 20h30 Dos Pássaros
Arapongas 0 X 0 Toledo


Qua 06/02/2013 - 20h30 Gigante do Itiberê
Rio Branco-PR 0 X 2 JMalucelli


Qua 06/02/2013 - 22h00 Albino Turbay
Cianorte 1 X 1 Londrina


Qua 06/02/2013 - 22h00 Germano Kruger
Operário-PR 1 X 1 Paraná


Qua 06/02/2013 - 22h00 Couto Pereira
Coritiba 2 X 0 Nacional-PR

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Campeonato Paranaense - 5ª Rodada
 
1º Turno - 5ª rodada

Sab 02/02/2013 - 16h30 Ecoestádio
Atlético-PR 2 X 1 Cianorte

...
Dom 03/02/2013 - 16h30 Ecoestádio
JMalucelli 2 X 0 Nacional-PR


Dom 03/02/2013 - 17h00 Felipão
Paranavaí 2 X 1 Toledo


Dom 03/02/2013 - 17h00 Café
Londrina 1 X 1 Arapongas


Dom 03/02/2013 - 17h00 Durival de Britto
Paraná 0 X 0 Coritiba


Dom 03/02/2013 - 17h00 Gigante do Itiberê
Rio Branco-PR 2 X 2 Operário-PR
Campeonato Paranaense - 4ª Rodada
 
1º Turno - 4ª rodada

Qua 30/01/2013 - 19h30 Durival de Britto
Paraná 2 X 1 Londrina

...
Qua 30/01/2013 - 20h30 14 de Dezembro
Toledo 1 X 1 Atlético-PR


Qua 30/01/2013 - 20h30 Erich George
Nacional-PR 1 X 2 Rio Branco-PR


Qua 30/01/2013 - 20h30 Dos Pássaros
Arapongas 0 X 0 Paranavaí


Qua 30/01/2013 - 20h30 Germano Kruger
Operário-PR 2 X 1 Cianorte


Qui 31/01/2013 - 18h00 Couto Pereira
Coritiba 1 X 0 JMalucelli